Infância
Afonso Henriques de Lima Barreto nasce em 1881, antes da abolição da escravidão no Brasil, em 1888, no Rio de Janeiro. Filho de mãe mulata e de pai branco é o primeiro filho que vinga. Mulato escuro, de cabelos arrepiados, tem nome de rei português.
Foi um menino precoce sendo seus primeiros estudos ministrados por sua mãe e posteriormente financiado por seu padrinho Visconde de Ouro Preto, então Ministro do Império. Aos sete anos de idade perde sua mãe ficando junto com seus irmãos a cargo do pai. Parte de sua infância foi vivida na Ilha do Governador.
circuitoefbb.blogspot.com/.../infancia-de-lima-barreto.html
www.portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf
Adolescência
Lima Barreto teve a oportunidade de boa instrução escolar na adolescência. Passou a frequentar a escola pública de D. Teresa Pimentel do Amaral, após a morte da mãe. Em seguida, passou a cursar o Liceu Popular Niteroiense, onde ficou até completar o curso secundário em 1894 e parte do supletivo. Em 1895, transferiu-se para a única instituição pública de ensino secundário da época, o conceituado Colégio Pedro II, cujos estudantes eram oriundos basicamente da elite econômica. Em 1895 foi admitido no curso da Escola Politécnica, no Rio de Janeiro.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lima_Barreto Lima Barreto sua descoberta como escritor
Tudo começou no ano de 1902 colaborando em jornais acadêmicos escrevendo para A Lantena a convite de Basto Tigre e no ano de 1905 de pois da morte de seu pai passou a trabalha como jornalista profissional escrevendo uma serie de reportagem para o jornal correio da manhã.
Inicia o romance Vida e morte de M. J. Gonzaga de Sá, publicado apenas em 1919. Colabora na revista Fon-Fon e, com amigos, lança em fins de 1907 a revista Floreal, que sobreviveria com quatro números apenas, mas que chamou a atenção do crítico literário José Veríssimo.
Fonte:http://www.culturabrasil.org/limabarreto.htm
Principais Obras
Em suas obras ele privilegiou os pobres, os boêmios e os arruinados. Com um estilo coloquial, despojado e fluente, considerado pré-modernista , acreditando que suas obras deve ter uma função social.
- 1948 - Clara dos Anjos (póstumo)
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